Seguidores

Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Terrorista Ambiental: Beatriz Rondon


A pecuarista Beatriz Rondon, dona da fazenda Santa Sofia, ex-presidente da ONG Ambiental, ligada ao setor de defesa ambiental do Estado do Mato Grosso do Sul, conseguiu que sua fazenda fosse reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), sendo assim obrigada a conservar a diversidade da área, mas não era nada disso que ela fazia. Beatriz Rondon transformou sua fazenda em um verdadeiro território de prática terrorista ecológica.
Durante quinze anos, a falsa ecóloga Beatriz Rondon patrocinou verdadeiro zoocídio na reserva do Pantanal. Turistas brasileiros e estrangeiros dos Estados Unidos e da Europa foram habitués de caçadas das terríveis e zoocidas contra animais da reserva ecológica. Onças eram seus principais animais de desejo impulsionado por suas taras. As onças mortas eram apresentadas como troféus resultantes das caçadas dos pervertidos naturais.
Mas ao ser desencadeada a Operação Jaguar pela Polícia Federal, o espetáculo de terror acabou. “A caça às onças e a outros animais acontecia aproximadamente há quinze anos. A finalidade dos safáris era matar onças pintadas. O couro é considerado grande troféu dos caçadores. Mas nem sempre conseguiam abatê-la. Quando isso acontecia, os caçadores matavam outros animais por pura diversão”, declarou Alexandre do Nascimento, delegado federal responsável pelo inquérito.
O marketing das caçadas patológicas era feito através da internet por meio de um vídeo.

Então, pessoal,por favor nos ajude a colocar essa mulher e seus comparsas na cadeia, assinando as petições:


e


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Os Bois da Fome Zero

Foto da Fazenda Estância Bahia no Mato Grosso



Olhem os BOIS DA FOME ZERO acabando com o Mato Grosso e futuramente a Amazônia. De certo o desejo da "massinha de modelar brasileira" de se equiparar aos EUA se concretizará em breve. Teremos um Brasil deserto....e o que restará para futuras gerações?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Planejar para não remediar

Pode-se identificar a existência de cidades desde os primeiros tempos. Roma e Atenas são dois exemplos sempre lembrados por serem símbolos de civilizações que influenciaram hegemonicamente outras civilizações de sua época. As conquistas militares dos romanos e as descobertas no campo do conhecimento dos gregos até hoje são lembradas.


            No período denominado de Idade Média (séculos IV ao XIII), a sociedade se organizou basicamente na zona rural. As cidades viriam renascer com a retomada das trocas comerciais entre ocidente (Portugal, Espanha...) e oriente (Índias) e a descoberta de novos mercados consumidores (América). Apesar do renascimento das cidades, a sociedade continuou marcadamente rural.

            É, contudo, a partir do fenômeno da industrialização que as cidades começam o processo de inchamento e crescimento verificáveis ainda hoje. Pode-se verificar isso no Brasil através da cidade de São Paulo. Por volta de 1900, São Paulo inicia o seu processo de industrialização. Milhares de pessoas imigram para as cidades incentivadas pela promessa de uma vida melhor. A cidade cresce de uma forma desordenada. Inúmeras indústrias se instalam nas cidades. Proliferam-se os cortiços (como se verifica na novela Esperança). Milhares de crianças são empregadas nas indústrias. O rio Tietê começa a ser poluído. A criminalidade, desde essa época, passa a ser fonte de preocupações da comunidade.

            Esse breve relato da cidade de São Paulo indica que o processo de urbanização, ou seja, o processo de formação de uma cidade deve ser planejado. Uma cidade não se regula por si mesmo, seja por que os recursos naturais são finitos, seja por que os recursos financeiros são insuficientes para fazer frente aos prejuízos causados à saúde humana, ao meio ambiente e à qualidade de vida.

Os ambientes urbanos têm concentrado um número cada vez maior de pessoas. Isso, ligado ao crescimento desordenado e acelerado, tem provocado uma série de mudanças no ambiente. Cerca de 80% da população mundial vive em áreas urbanas e o desenvolvimento dessas tem acontecido de forma pouco planejada, com conflitos institucionais e tecnológicos. A tendência, então, é o caos.

Nesse cenário são comuns a contaminação de mananciais superficiais e subterrâneos, por causa do saneamento inadequado, e inundações urbanas, consequentes das ocupações de áreas de risco. A drenagem mal realizada, a distribuição de material sólido de maneira imprópria, bem como os processos erosivos e assoreamento dos rios, são outros exemplos de processos relacionados a impactos diversificados ao longo do tempo, que causam danos à cidade.
O impacto urbano não é apenas resultado de uma determinada ação sobre o ambiente, é a relação de mudanças sociais e ecológicas em movimento. Por isso, é necessária a elaboração de um projeto urbanístico que considere diversos aspectos, de forma sustentável

Quantos litros de água são consumidos diariamente em uma cidade de 20 mil habitantes? Quanto se gasta para tratar o esgoto de uma cidade de 100mil habitantes? Qual a melhor alternativa para o transporte de uma cidade de 500 mil habitantes? Como deve ser a ação de um governo municipal em uma cidade de características agro-industriais? Essas e outras perguntas fazem parte de uma política de planejamento. A idéia de que uma cidade não se regula por si mesma implica numa ação preventiva e efetiva do poder público capaz de assegurar bem estar à sua população com o respeito ao meio ambiente.

Você sabe o que é um faunoduto?

A gente sempre está pronto a criticar e reclamar das concessionárias e dos pedágios. Mas, por uma questão de justiça, se deve também enxergar e valorizar as boas coisas que fazem. Principalmente além do dever.
Outro aspecto importante é este de respeitar a vida e a biodiversidade. 



"Muita gente que utiliza a Rodovia do Sol não imagina que, em pontos estratégicos embaixo do pavimento, estão faunodutos, caminhos construídos para permitir a travessia de animais silvestres que “moram” às margens da rodovia. Dentro deles, a RodoSol instalou sensores que monitoram a passagem dos bichos e câmeras fotográficas que registram a utilização da “via”. Além disso, uma equipe da empresa analisa as pegadas dos “usuários” para saber qual a contribuição dos Faunodutos para evitar os atropelamentos dos animais e possíveis acidentes causados pelos bichos.
O resultado é que, entre 2003 e 2009, foram contabilizados 1.737 bichos, entre mãos-peladas, tatus, lagartos, cuícas, lontras, entres outros. O trabalho já rendeu reconhecimentos além das divisas do Espírito Santo em forma de prêmios ambientais e é apenas uma parte do Programa de Proteção e Monitoramento da Fauna Silvestre, desenvolvido pela RodoSol. Além dos faunodutos, o programa inclui a criação de passagens aéreas – instaladas nas áreas mais altas da rodovia, onde
são colocadas frutas para atrair macacos, por exemplo – também para a travessia de animais, o monitoramento da fauna morta por atropelamento e o resgate da fauna debilitada." 



Ineditismo
“Trata-se de uma iniciativa inédita no Brasil e uma oportunidade ímpar para o desenvolvimento de uma ciência fundamental para o desenvolvimento econômico e sustentável do País: a Ecologia de Rodovias, que pode contribuir para a adoção de medidas capazes de reduzir o impacto ambiental das rodovias”, explica o consultor de meio ambiente e coordenador do programa, Ricardo Braga."



A conclusão é que os faunodutos foram utilizados por 1.223 animais, entre 2003 e o início de 2008. Desse total, 87,98% são mamíferos, 11,86% são répteis e 0,16% são aves. As espécies que mais utilizam os dutos são o mão-pelada, o tatu-galinha, o tatuí, a cuíca, a lontra, a paca e o cachorro-do-mato. Outra ação do programa é o monitoramento sistemático de animais silvestres atropelados. O trabalho conta com profissionais que percorrem a estrada recolhendo e identificando os animais atropelados, a cada 90 minutos, todos os dias da semana. A intenção é entender os padrões dos acidentes para assim elaborar novas maneiras de lidar com o problema."

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

No dia Mundial Sem Carro, políticos Brasileiros não veem graça em bicicleta!




Convencer um brasileiro a incorporar a bicicleta como principal meio de transporte para percursos curtos, a exemplo do que acontece em cidades européias como Barcelona, Paris e Amsterdã, não é uma tarefa fácil. "Bicicleta ainda é vista no país como um veículo de 2ª categoria", afirma Ronaldo Balassiano, especialista em mobilidade urbana. 

Esse meio de transporte individual, sustentável e praticamente nulo em emissões de poluentes - a não ser por uma quantidade ínfima de material particulado liberado pelo atrito entre as rodas de borracha e o asfalto - é apontado como uma solução viável, barata e funcional para os problemas de congestionamento e degradação do ar comuns nas grandes metrópoles. 

Apesar do crescente número de adeptos e dos benefícios que geram para o meio ambiente e para a saúde da população, as magrelas de duas rodas não parecem tão atrativas aos gestores públicos como outros veículos. "Os investimentos públicos ainda privilegiam o transporte motorizado e a construção de mais estradas e viadutos, quando poderiam investir na criação de ciclovias", afirmou o engenheiro durante evento sobre mobilidade urbana realizado nesta quinta (16) na FAAP, em SP. 

Segundo o especialista, a "bicicleta não tem graça, politicamente". Prova disso, é que, em ano eleitoral, o debate sobre esse transporte sustentável é uma ausência sentida em todos os discursos partidários. "Ninguém demonstra compromisso ou interesse pela questão, nem mesmo os verdes, mais engajados com a causa ambiental". 


(Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O homem colhe o que planta!


Vista de cima, Guarulhos lembra uma cidade nevada. Nesta terça-feira, uma chuva de granizo atingiu o município, na Grande São Paulo, e ruas, carros e telhados ficaram cobertos de muito gelo. Houve desabamentos de muros e alguns outros incidentes por conta da tempestade.




Ausencia de Chuva em alguns Estados, Chuva de granizo em Guarulhos ontem....Pois é, como disse um professor da USP no jornal da Band: "A natureza não reclama, se vinga".
Eu diria q existe no universo uma lei imutável da semeadura e da ceifa.
Estamos colhendo o proprio mal q plantamos: desde um simples papel de bala que atiramos pela janela de nosso confortavel carro até as queimadas em nome do progresso (sem ordem).



Logo começarão as chuvas e com elas os alagamentos e desabamentos. E a culpa é de quem por tais resultados?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Assassinos do Planeta


Os maiores assassinos do planeta são o uso do combustível fóssil (que um dia vai acabar!!!!) e a agricultura, segundo a pesquisa “Impactos ambientais do consumo e da produção: produtos e materiais prioritários”, divulgado pela Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE), com sede em Bruxelas.

Você já se perguntou de onde vêm e para onde vão as coisas que consumimos? Até quando vai existir matéria-prima?

Evidentemente o elevado número de pessoas no Planeta é um fator de pressão sobre o meio ambiente. A China, por exemplo, é um país que controlou o crescimento da população, mas liberou o crescimento do consumo e já é o maior mercado para alimentos, moradias, eletrodomésticos, motocicletas, automóveis, celulares, etc, coisa semelhante está ocorrendo no Brasil (alguém se lembra do Lula dizendo para consumirmos?). Vejo isso como um gigante de ouro com pés de barro!

Uma população maior, com um consumo maior, gera uma montanha maior de lixo e resíduos. Desta forma, a produção e o consumo humanos agridem a natureza duplamente: primeiro sugam os recursos naturais, depois devolvem um volume imenso de lixo que volta para a natureza poluindo os rios, os oceanos, o ar, os terrenos e degradando o meio ambiente. Mesmo o lixo recolhido em aterros sanitários é fonte de poluição e ocupa terrenos e áreas cada vez maiores em torno das grandes cidades, salvo quando um ou outro país não resolve exportar o seu lixo para outros países (alguem se lembra do epsódio da Inglaterra e recentemente da Alemanha que nos enviou os seus lixos?)

As estatísticas mostram que, no Brasil, são gerados 240 mil toneladas de lixo urbano por dia (desde uma simples fralda descartável do seu bebê até um eletrodoméstico). Pequena parte é reciclada e a maior parte (fora aqueles que são jogados diretamente no mato, rios e oceanos) vai para aterros sanitários ou lixões. São mais de 200 mil toneladas de lixo e resíduos que ocupam espaço, degradam o ambiente, geram doenças. A decomposição do lixo produz metano (CH4), gás carbônico (CO2) e outras gases poluentes que reforçam o aquecimento global. O chorume, por exemplo, se infiltra no solo e contamina os lençóis freáticos, com o seu alto teor de acidez e bactérias.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Brasil não aproveita potencial de energia solar e eólica


Estudos mostram que o Brasil tem um enorme potencial de energia eólica e solar não aproveitado. Isso acontece porque o país dispõe de outras fontes de energia limpa, como a hidráulica e a biomassa, em grande quantidade. Essa vasta disponibilidade faz com que a pressão por investimento em novas tecnologias seja reduzida.

De acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 90% da energia gerada no Brasil em 2009, veio de fontes renováveis – principalmente hidráulica (83,7%), biomassa (5,9%) e eólica, com uma pequena participação (0,3%).

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, disse ao Estadão que “o carro chefe continuará a ser a energia hidrelétrica. As outras renováveis vão crescer pouco a pouco”. Segundo ele, a energia eólica, apesar da pequena participação, já aparece como uma indústria bem consolidada, economicamente competitiva e capaz de caminhar com as próprias pernas – sem depender de incentivos do governo. Mesmo assim, segundo Hubner, ela nunca deixará de ser uma fonte “complementar”.

No caso da energia solar,a situação é ainda pior. “Há uma completa omissão do governo sobre essa tecnologia”, afirma Sérgio Colle. Segundo ele, o aproveitamento é irrisório, tanto para aquecimento de água quanto para geração elétrica, e a produção nacional é baseada em tecnologias ultrapassadas. O Brasil, país de maior extensão territorial nos trópicos, é privilegiado não apenas com muita água, mas também com muito sol.

(Fonte: http://www.ciclovivo.com.br)

Campinas venta muito e sempre que isso ocorre eu me lembro desse potencial de energia eólica que temos pras bandas de cá.
Infelizmente e por interesses escusos e suspeitos politicamente falando preferimos expulsar índios, desalojar moradores para implantarmos mais uma usina hidrelétrica do que aproveitar esses recursos do país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, nao é mesmo?

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Faltou energia solar no Planalto | Greenpeace Brasil

Faltou energia solar no Planalto | Greenpeace Brasil

Carta ao presidente:
Excelentíssimo presidente,
A reforma do Planalto veio em boa hora. O palácio estava mesmo precisando de obras. Quando foi construído, 50 anos atrás, ele era um ícone da modernidade e de um Brasil que vislumbrava um futuro. Essa vocação do edifício seria reafirmada de modo inequívoco se o senhor tivesse recomendado aos responsáveis pela obra a instalação de painéis solares, lembrando aos brasileiros sobre a importância dessa energia de fonte renovável, aliás a que tem o maior potencial ainda não explorado no país.
Incorporar painéis solares ao centro do Poder no país funcionaria como uma forte sinalização de que o Brasil trilhará o caminho do desenvolvimento com um olho novamente voltado para o futuro, crescendo, mas com responsabilidade ambiental. Além disso, os painéis o ajudariam a reduzir a conta de luz do Planalto. Sabemos disso por experiência própria. O Greenpeace instalou painéis solares no teto de seu escritório em São Paulo e seu gasto mensal com eletricidade caiu entre 20% e 30%.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Saco é um saco!

Use com moderação
As sacolas plásticas de supermercado são práticas... Mas sujam os oceanos e o solo, matam animais e entopem bueiros
- A A +
Danilo Rodrigues
Revista Gloss – 07/2010

SACO SIM, SACOLA NÃO
Pesquisa Ibope feita em São Paulo em 2009 constatou que 100% dos entrevistados reutilizam as sacolas de supermercado para colocar lixo. Melhor seria usar sacos vendidos para esse fim, de tamanho maior. Para acomodar 50 litros de lixo você precisaria de dezenas de sacolas, enquanto pode colocar todo esse volume num saco só. Outra vantagem dos sacos de lixo de cor preta: eles são feitos de material reciclado (mas nem todos, por isso leia a embalagem).

POR QUE ELAS SÃO VILÃS
Além de demorarem uma eternidade para se decompor (400 anos), as sacolas matam, por ano, 1 milhão de animais marinhos em todo o planeta. Eles morrem ao engolir o plástico.

E AS OXIBIODEGRADÁVEIS?
Mesmo as sacolas que vêm com a indicação de serem oxibiodegradáveis – o que significa que elas contêm um aditivo capaz de desintegrá-la em cerca de dois anos – não são 100% confiáveis. Há engenheiros e químicos que defendem que elas são, na verdade, mais nocivas para o meio ambiente do que as de plástico convencional. Isso porque liberariam metais pesados no solo como manganês e níquel, que causam maior poluição.

O TAMANHO DO ESTRAGO
No período de um ano, são consumidas até 1 trilhão de sacolas plásticas no mundo. Só no Brasil, são 33 milhões por dia ou 12 bilhões por ano.

RECICLE
Sim, a sacolinha pode ser reciclada e virar plástico para brinquedos, material de construção ou outras sacolas. Lave cada uma e separe para despachá-las na coleta seletiva.

FONTE FERNANDA DALTRO, COORDENADORA TÉCNICA DA CAMPANHA “SACO É UM SACO”, DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pirotecnia é risco ambiental


Fogos de artifício podem danificar saúde

No dia 4 de Julho, data que marca a independência dos EUA, festivais de fogos de artíficios de cair o queixo podem ser vistos em muitas cidades americanas. Mas esta pirotecnia prejudica o ambiente?

"Fogos de artifício podem liberar uma chuva de toxinas para o solo e a água, e cientistas estão apenas começando a perceber o que isto significa para a saúde humana", diz Russell McLendon, da Mother Nature Network. Ele cita estudos que mostram que níveis de perclorato em fontes e cursos de água vizinhos subiram dramáticamente depois de um show de fogos.

Da pólvora até os componentes metálicos que produzem as cores, são liberadas substâncias carcinogênicas ou daninhas a hormônios que podem se espalhar pelo solo e pela água, sem mencionar a fumaça intoxicante e os resíduos de plástico.

O vermelho dos fogos é produzido pelo estrôncio, que é extramemente reativo tanto no ar quanto na água, e pode ser radioativo. Não há evidência de que baixos níveis de estrôncio estável e radioativo possam afetar a saúde humana, mas altas doses podem ser daninhas. O branco dos fogos é produzido pelo alumínio, o metal mais abundante na superfície da Terra. Virtualmente toda comida, água, ar e solo contém alguma quantidade de alumínio, do qual são ingeridas de 7 a 9 miligramas por dia na alimentação - e concentrações mais altas podem afetar o cérebro e pulmões.

Os tons de azul são feitos por compostos de cobre. Não são tóxicos por si mesmos, mas o cobre dispara a formação de dioxinas quando os perclorados nos fogos queimam. O efeito mais notado para a saúde de exposição a dioxina é a cloracne, uma severa doença de pele. Bário (verde) e rubídio (púrpura) são relativamente seguros. E o cádmio, usado para produzir uma gama de cores, é conhecido como carcinogênico. A respiração dele em altos níveis pode danificar seriamente os pulmões e consumí-lo pode irritar o estômago, resultando em vômito e diarréia, informa o
USA Today.